Nos deram espelhos
E vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Tem gente que não sabe amar.
Venho querendo escrever aqui há um tempo mas não estou fazendo muito uso da internet ultimamente, fez bem pra pensar. Enfim, vamos ao que interessa..
Já falei que adoro andar de ônibus? De verdade. Principalmente quando ele está vazio, com muitos bancos na minha frente. Me dá curiosidade, fico observando todos os detalhes do seu interior, enquando consigo organizar minhas confusões da mente desse ser pensante que vos escreve. É interessante também quando ele está cheio. Gosto de observar pessoas, é geralmente nessa hora que o ser humano se demonstra. Faz cara feia, cara de cansaço, cara de quem não quer conversar, cara de fim de dia ou cara de quem quer muito chegar logo em casa. E eu observo, apenas observo. É quase mágico! Fico me perguntando em que cada cabeça está pensando, qual seus nomes, suas casas, suas frustrações, suas alegrias, suas vidas.. afinal, são minutos juntos! Por vezes, muitos minutos.. pessoas totalmente diferentes, no mesmo ambiente, quase sempre acontece atritos. É muito informação por metro quadrado. Tem gente que não acredita em mim, tem gente que acha isso um absurdo, gente que não entende o quão especial é vce ter contato com milhões de pessoas. Sim, são muitas! Pelo menos pra quem, como eu, tem que pegar este tipo de condução ao sair de casa. Quantas pessoas já passaram por sua vida, apenas andando no mesmo ônibus que vce? E quantas delas ainda existem? Quantas delas já se casaram? Já se formaram na faculdade? É um tipo de questão que nem uma vasta avaliação poderá responder. Enquanto aos meus companheiros sem nomes de todos os dias.. bem, estou atrasada. Preciso pegar um ônibus.
Já falei que adoro andar de ônibus? De verdade. Principalmente quando ele está vazio, com muitos bancos na minha frente. Me dá curiosidade, fico observando todos os detalhes do seu interior, enquando consigo organizar minhas confusões da mente desse ser pensante que vos escreve. É interessante também quando ele está cheio. Gosto de observar pessoas, é geralmente nessa hora que o ser humano se demonstra. Faz cara feia, cara de cansaço, cara de quem não quer conversar, cara de fim de dia ou cara de quem quer muito chegar logo em casa. E eu observo, apenas observo. É quase mágico! Fico me perguntando em que cada cabeça está pensando, qual seus nomes, suas casas, suas frustrações, suas alegrias, suas vidas.. afinal, são minutos juntos! Por vezes, muitos minutos.. pessoas totalmente diferentes, no mesmo ambiente, quase sempre acontece atritos. É muito informação por metro quadrado. Tem gente que não acredita em mim, tem gente que acha isso um absurdo, gente que não entende o quão especial é vce ter contato com milhões de pessoas. Sim, são muitas! Pelo menos pra quem, como eu, tem que pegar este tipo de condução ao sair de casa. Quantas pessoas já passaram por sua vida, apenas andando no mesmo ônibus que vce? E quantas delas ainda existem? Quantas delas já se casaram? Já se formaram na faculdade? É um tipo de questão que nem uma vasta avaliação poderá responder. Enquanto aos meus companheiros sem nomes de todos os dias.. bem, estou atrasada. Preciso pegar um ônibus.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Tá, tenho que escrever algo aqui.
Acho válido começar escrevendo sobre o motivo desse espaço pras minhas idéias aqui. Esse tal de blog! Sempre gostei de ler, sair por aí, sem rumo apropriado pela internet em busca de pessoas que simplesmente escreviam. Já vi muitos fotologs, fotoblogs, blogspot, myspace, blogbolinha, listrinha e por aí vai.. Ih! Passava horas lendo, lendo, rindo, refletindo, enfim.. era engraçado e ao mesmo tempo inútil e útil. Entende? É complexo. O fato é que eu não pensava em escrever, expor meus mais diversos pensamentos em uma página de internet. Dá pra entender o porquê, claro. É muito aberto, muito pra 'qualquer um'. É, aquele tipo de pessoas que passam algumas horas do dia, perdendo ou ganhando, seu tempo lendo as opiniões alheias. Esse tipo de gente parecida comigo assim.. ou pior. Nunca saberemos! Acho, e quase afirmo, que não vou divulgar, anunciar, espalhar, fazer propaganda, chamar atenção pro meu pobre blog. Medo de críticas? Ah, chamem do que quiser. Se um dia eu levantar da minha cama segura de que posso fazer isso, e devo, vou achar muito maneiro e farei. Por hora, prefiro ler as minhas próprias sugestões de análise e pensamentos.
Explicado o início do meu delírio, me cabe dizer que já está tarde e que ultimamente ando dormindo no dia seguinte, pela madrugada. Antes pensava ser falta de serenidade, paz de espírito e era mesmo! Nessas horas de vaga insônia que percebo como minha casa fica calma, tranquila(sem trema!) e também tediosa. Isso me faz bem! Consigo ouvir até alguns mosquitos conversando, sim eles conversam. O lado ruim é a minha lombar, afetada pelo uso excessivo and irregular de cadeiras para computadores e acredito que minha face não fique muito apresentável quando acordo. Não durmo, logo não tenho sono, logo não durmo, logo sou praticamente café. Café quentinho, porque não gosto de coca-cola, salvo raras exeções.
Tá, se alguém um dia, além de mim, ler isso fica a dica de que eu gosto de escrever.. ah, também adoro vírgulas.
Estou ouvindo: Não estou ouvindo nada além do vento. E adivinha? Isso me basta.
Explicado o início do meu delírio, me cabe dizer que já está tarde e que ultimamente ando dormindo no dia seguinte, pela madrugada. Antes pensava ser falta de serenidade, paz de espírito e era mesmo! Nessas horas de vaga insônia que percebo como minha casa fica calma, tranquila(sem trema!) e também tediosa. Isso me faz bem! Consigo ouvir até alguns mosquitos conversando, sim eles conversam. O lado ruim é a minha lombar, afetada pelo uso excessivo and irregular de cadeiras para computadores e acredito que minha face não fique muito apresentável quando acordo. Não durmo, logo não tenho sono, logo não durmo, logo sou praticamente café. Café quentinho, porque não gosto de coca-cola, salvo raras exeções.
Tá, se alguém um dia, além de mim, ler isso fica a dica de que eu gosto de escrever.. ah, também adoro vírgulas.
Estou ouvindo: Não estou ouvindo nada além do vento. E adivinha? Isso me basta.
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