adj. s. m. 1. Que ou aquele que é excessivamente curioso em relação a algo ou alguém, intrometendo-se de forma indiscreta para satisfazer a sua curiosidade. = abelhudo,bisbilhoteiro;
"..,a verdadeira beleza acaba aonde começa a expressão intelectual. (...) A intelectualidade é em si mesma um exagero e destrói a harmonia de qualquer rosto."
O retrato de Dorian Gray - Oscar Wilde.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Não tive filhos; não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria."
Machado de Assis - Frase final de Memórias Póstumas de Brás Cubas,1881.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
"Mas eu não quero me encontrar com gente louca" - observou Alice. "Você não pode evitar isso", replicou o gato. "Todos nós aqui somos loucos. Eu sou louco,você é louca". "Como você sabe que eu sou louca?" - indagou Alice. "Deve ser", disse o gato, "Ou não estaria aqui".
Aham: porque esse clipe é o melhor produzido no Brasil.
Quero contar: tô lendo mais um livro do Chuck Palahniuk, Survivor. Desde que tive acesso ao Fight Club gosto muito do estilo desse autor. Irônico e detalhista. Eu recomendo.
Depois de um dia frio e chuvoso, nada melhor do que receber boas notícias. Por mais desconectadas que eu e minha irmã parecemos, ontem ela me ofereceu trégua e me deu uma bela dica. Um dos vários SEBOSque existem na minha cidade – Petrópolis – estava para fechar e todos os livros – qualquer um – estava a preço de banana: 1real. Ótima oportunidade pra quem agora só vive de ócio e luz – pensei.
Pois bem, hoje eu estive lá. Já havia passado por lá antes de ''falir'', mas aquele era o sebo mais caro que já tinha visto! E como pra mim tudo é sempre muito caro – sempre, sem hipérboles – eu nunca tinha comprado um livro lá. Mas eu estava decidida à ir as compras. Era como – pra alguns, ir ao shopping! LIQUIDAÇÃO. Consegue sentir a sensação boa que isso dá? Quando cheguei lá dei uma bela esfriada nos ânimos. Parece que as irmãs de todo o mundo resolveram contar para os caçulas a novidade. Já não havia muitas coisas nas prateleiras. Literatura nacional? Esquece. Apenas um ou dois livros do Jorge Amado (e eu, realidademente *neologismos infame* não curto muito a escrita dele, Capitães de Areia me deu sono, falei. Prefiro Machado, acreditem). Livros sobre arte ou arquitetura eram velhos o suficiente para terem como capa o nascimento de Niemeyer (pense nisso!). Logo, me apeguei a contos de autores desconhecidos e literatura estrangeira. Eis- los aqui:
La Sceur De Gribouille - Née Rostopchine, (não, eu não falo e muito menos leio em francês, mas a capa é facinante e quem fez o google tradutor pensava em mim); Depois traduzo alguma parte e mostro aqui.
O Planeta Do Sr. Sammler – Saul Bellow, (esse em português, por favor);
Viagens com minha Tia – Graham Greene;
Gina – Maria José Dupré, (único brasileiro); e por último mas nunca menos importante:
Histoire – (sim, um livro de história em francês também. Quem liga? Já estudei história na escola e sei o suficiente pra entender apenas pelas figuras, oks?)
Achei sensacional as minhas compras! Acho que foi a primeira coisa sensata que fiz desde que passei no vestibular. (tirando dormir, dormir e dormir). Sem mais, sem beijo.
PS: Assistindo ao filme: Labirinto do Fauno – Espanhol, na TNT. Caso ainda não tenha visto, veja.